A escolha de minha carreira.
Minha mãe, comigo ainda dentro de seu ventre, sonhava com meu futuro. Seria eu um médico, um psicólogo, um advogado ou um engenheiro? Encheria a casa de netos? Seria um bom homem?
Chegou o grande dia. Nasci. Pequenino e desprotegido. E assim como todos os bebês, logo procurei aconchego nos seios maternos.
Fui crescendo e aprendendo tudo que me era ensinado, algumas coisas com facilidade outras com dificuldade, mas continuava crescendo e aprendendo.
Quantas vezes deixei minha mãe de cabelos em pé, devido as traquinagens que fazia. Quantas vezes ouvia mamãe gritar: Menino, para com isso!
Quantas vezes de castigo fiquei.
E o tempo continuava a passar.
Tornei-me um adolescente assim como tantos outros. Adorava jogar bola na rua, dançar, namorar e passar horas conversando com os amigos.
Quantas vezes deixei minha mãe com o coração na mão por não estar em casa quando o sol raiava. Ah! Como adorava ver o Sol nascer.
E meus pais sempre se preocupando com meu futuro. O antigo sonho ainda ecoava dentro do coração de minha mãe. Seria eu um médico, um advogado ou um engenheiro? Encheria a casa de netos? Seria um bom homem?
Os anos continuavam passando. A ora de decidir-me por uma carreira se aproximava e nem imaginava que carreira seguir. Deveria eu seguir o sonho de minha mãe? Vivia me perguntando sobre qual caminho tomar.
Certo dia uma nova carreira me foi apresentada e o convite para exercê-la efetuado. Ao ouvir tal convite as pernas estremeceram. Dúvidas tomaram conta da minha mente. Teria eu condições de seguir inesperada carreira?
Conversei com diversas pessoas, busquei ajuda e conselhos, mas as dúvidas só aumentavam. Alguns me levavam a aceitar, outros a negar.
Sabia que a decisão precisava ser tomada e que a resposta encontrava-se dentro de meu coração.
Minha mãe, comigo ainda dentro de seu ventre, sonhava com meu futuro. Seria eu um médico, um psicólogo, um advogado ou um engenheiro? Encheria a casa de netos? Seria um bom homem?
Chegou o grande dia. Nasci. Pequenino e desprotegido. E assim como todos os bebês, logo procurei aconchego nos seios maternos.
Fui crescendo e aprendendo tudo que me era ensinado, algumas coisas com facilidade outras com dificuldade, mas continuava crescendo e aprendendo.
Quantas vezes deixei minha mãe de cabelos em pé, devido as traquinagens que fazia. Quantas vezes ouvia mamãe gritar: Menino, para com isso!
Quantas vezes de castigo fiquei.
E o tempo continuava a passar.
Tornei-me um adolescente assim como tantos outros. Adorava jogar bola na rua, dançar, namorar e passar horas conversando com os amigos.
Quantas vezes deixei minha mãe com o coração na mão por não estar em casa quando o sol raiava. Ah! Como adorava ver o Sol nascer.
E meus pais sempre se preocupando com meu futuro. O antigo sonho ainda ecoava dentro do coração de minha mãe. Seria eu um médico, um advogado ou um engenheiro? Encheria a casa de netos? Seria um bom homem?
Os anos continuavam passando. A ora de decidir-me por uma carreira se aproximava e nem imaginava que carreira seguir. Deveria eu seguir o sonho de minha mãe? Vivia me perguntando sobre qual caminho tomar.
Certo dia uma nova carreira me foi apresentada e o convite para exercê-la efetuado. Ao ouvir tal convite as pernas estremeceram. Dúvidas tomaram conta da minha mente. Teria eu condições de seguir inesperada carreira?
Conversei com diversas pessoas, busquei ajuda e conselhos, mas as dúvidas só aumentavam. Alguns me levavam a aceitar, outros a negar.
Sabia que a decisão precisava ser tomada e que a resposta encontrava-se dentro de meu coração.
E depois de tanta dúvida e busca, tomei minha decisão.
Hoje sou formado e realizei o sonho de minha mãe.
Sou médico por ajudar as pessoas na busca para a cura das doenças da alma.
Sou psicólogo por ouvir as pessoas e ajudá-las a tornarem-se mais humanas.
Sou advogado por defender as pessoas perante Deus.
Sou engenheiro por trabalhar na construção das obras de Deus.
Enfim.... Tornei-me um padre.
Nenhum comentário:
Postar um comentário